Joselito Geraldo de Sousa, mais conhecido como Lito Sousa, sustentava a casa e a família como piloto e, depois, como influenciador digital. Até que, de uma segunda-feira para outra, a dinâmica mudou: a casa passou a precisar sustentar quem sempre foi responsável por sustentá-la.
Não houve um acidente impressionante, nem uma doença que desse aviso prévio de sua chegada. Lito recebeu o diagnóstico de Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma condição neurológica rara, degenerativa e sem cura. Um diagnóstico que surgiu de maneira inesperada, como acontece diariamente com muitas pessoas no Brasil.
Essa história se repete todos os dias em milhares de casas no Brasil.A diferença é que, na maioria delas, ela acontece em silêncio no caso de Lito o Brasil foi comunicado em peso.
Lito recebe tratamento em um hospital particular, mas nem todos têm esse recurso à disposição e precisam contratar serviços de forma particular, como: Home care, enfermagem, medicamentos, fisioterapia, adaptações na casa. Despesas que se acumulam enquanto a renda diminui ou desaparece. Meses em que o trabalho para, mas os boletos continuam chegando no meio de um tratamento.
Por Que Seguro de Vida Indeniza Mais em Vida do que em Morte
Pergunte para qualquer pessoa aos 30, 45 ou 59 anos se ela precisa de um seguro de vida. A resposta quase sempre é a mesma: já passou da hora, não vai precisar mais. Não passou. Passa é no dia em que o diagnóstico chega.
O erro está na pergunta. As pessoas se perguntam "e se eu morrer?" quando a pergunta certa é "e se eu ficar?". No Brasil, boa parte dos sinistros pagos em seguro de vida não é por morte. É por invalidez, doença grave e cobertura de renda enquanto o segurado está vivo e incapaz de trabalhar.
A maioria descobre esse detalhe tarde demais. Porque existe uma regra que a indústria não esconde, mas também não anuncia em letra grande: seguro se contrata saudável. Depois do diagnóstico, a porta fecha.
Invalidez ou Doença não escolhe Idade, Profissão ou Patrimônio
A invalidez ou a doença não consulta currículo antes de chegar e o Lito infelizmente é a prova disso. Ela não olha holerite, não confere plano de saúde, não pergunta quanto está guardado na poupança.
Um piloto com décadas de carreira pode receber, do nada, um diagnóstico raro sem cura. Um empresário aos 45. Um pai de família aos 35. A estatística não distingue quem tem reserva financeira robusta de quem vive mês a mês.
O que muda é o que acontece depois de qualquer um desses diagnósticos. Quem tem seguro de invalidez discute o que fazer com o dinheiro da indenização. Quem não tem, discute o que vender primeiro para pagar a próxima conta.
Quanto custa um Seguro de Invalidez no Brasil
O número costuma surpreender quem nunca cotou. Um homem de 35 anos, saudável, paga em torno de R$ 80 reais por mês por uma cobertura de meio milhão de reais em caso de invalidez por doença ou acidente. Menos que duas idas ao mercado no mês.
Ninguém contrata seguro apostando que vai adoecer. Contrata reconhecendo que o risco existe, que ele não avisa antes de chegar, e que existe o direito de estar protegido enquanto ele não chega.
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O que fazer antes que a porta se feche
Se você ainda é a renda principal da sua casa, essa conversa não é sobre morte. É sobre o que acontece enquanto você está vivo. É sobre sua família não precisar vender a casa. É sobre manter as contas em dia. É sobre dignidade, sua e de quem depende de você.
A conversa sobre seguro de vida e invalidez é rápida e não custa nada. O silêncio depois do diagnóstico é que custa caro.
A Baden estrutura a proteção certa para o seu momento, sua profissão e sua família, antes que a porta feche. Fale com um especialista ou clique e faça sua simulação e entenda quanto custaria proteger a sua renda hoje.
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